quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Ir ou não ir, eis a questão

Décimo sétimo dia

Mesma peça, mesmos erros e dificuldades. Ainda não vejo os impulsos, sequer consigo determinar se cada face está realmente em conexão com o centro e se a leve concavidade está “na medida” ou não.

Mais uma vez a Goudy me alertou quanto ao fato deste exercício não ter partes redondas, calorosas. Parece que esta é uma tendência que tenho, voltar às formas arredondadas. Ora, segunda ela mesma disse em um outro dia, estas formas são mais fáceis e confortáveis de serem conquistadas pelas mulheres, por serem sonhadoras, se deixarem levar pelos pensamentos. As formas mais geométricas estariam mais para os homens, planos definidos, retos. Então, por que eu, homem, volto ao redondo? Seria meu lado feminino se expressando mais forte? Ai, se meu pai sabe disso... Brincadeiras a parte, o que isso significa? Idéia não faço, mas não gostei nem um pouco, de novo, por não ter sentido que avancei. Tanto em relação à modelagem quanto ao entendimento do exercício.

Antes de sair de casa pensei em não ir à aula, em “fugir” deste confronto, até agora desigual. Mike Tyson contra um adolescente franzino. Mas não, eu fui para enfrentá-lo cara-a-cara. Serei Evander Holifield e, com ou sem mordida na orelha, vencerei no final.

IMPRESSÕES: não sei, acho que preciso gritar. Com licença: aaaaaaahhhhhhhh!!!!!! Obrigado.

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