quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Linhas que unem e dividem

Décimo segundo dia

Para os que finalizaram esta etapa, foi orientado a pressionar a peça mais uma vez com as palmas das mãos em direção ao centro. Não foi dito o número exato de impulsos exteriores. Neste passo era importante retirar a peça do cubo para se ter livre acesso às regiões mais baixas e, conseqüentemente, conseguir também interferências na parte de cima (divido à “lei dos opostos”). Após este processo, deveríamos deixar as faces levemente côncavas. Ou seja, o centro desta superfície deve, ao final, ficar mais afundada como que apontando para a região central da futura escultura. A passagem de uma para outra tem que ficar bem definida, devendo existir uma abertura/ligação entre elas. Isto trará à escultura sinais de que está inacabada, de que ainda existem possibilidades a serem exploradas.

IMPRESSÃO: até aqui tudo bem. Amassei como achei que deveria e onde quis. Não tive preocupação estética neste momento, atitude que me esforço por seguir.

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